As últimas semanas de volatilidade do mercado colocaram em evidência a necessidade de diversificar os investimentos na hora de aplicar o patrimônio. Como diz Warren Buffett, o investidor mais famoso do mundo: "Acredito que 99% das pessoas que investem deveriam diversificar e não negociar constantemente".

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A diversificação nada mais é do que não colocar todos os ovos de ouro na mesma cesta. Ao diversificar seus investimentos, você dilui os riscos por meio da alocação do seu patrimônio em diversas aplicações. Faça uma rápida reflexão: faz sentido você colocar todas as suas economias em apenas um fundo de investimento? Ou investir em apenas uma ação na Bolsa de Valores? Ao analisar a rentabilidade de classes de ativos dos últimos 11 anos, é possível perceber que nem sempre a mesma classe com a melhor performance do ano será a vencedora do ano seguinte – e muitas vezes, a classe "campeã" do ano registra uma taxa de retorno muito menor no ano seguinte – pois as rentabilidades são extremamente imprevisíveis.

Essa importante ferramenta de amenizar riscos é melhor desenvolvida por Harry Markowitz, economista estadunidense que elaborou um modelo que permite o cálculo de risco de uma carteira de investimento. Os principais conceitos que você deve se atentar nesse caso são os seguintes:

1. Risco diversificável ou não-sistêmico: Esse tipo de risco é aquele que você pode evitar e estão relacionados ao tipo de investimento. Suponha-se que você tem uma ação de uma grande petrolífera: um risco não-sistêmico seria essa empresa encontrar um novo poço de petróleo, afetando apenas a empresa, clientes e alguns fornecedores.

2. Risco não-diversificável ou sistêmico: Esse é um risco não controlável. São riscos impossíveis de evitar. Ainda no exemplo da ação da petrolífera, um exemplo de risco sistêmico seria uma grande crise do petróleo ou uma guerra comercial entre países.

Mas quais classes de ativos você deveria escolher para compor a sua carteira diversificada de investimentos?

Isso é extremamente pessoal de cada investidor. Mas saiba que uma boa carteira é composta da seguinte forma:

Ações (EUA e Brasil): Insira esses ativos para acelerar o acúmulo de capital;

Fundos Imobiliários (FIIs): Uma boa opção para gerar renda extra mensal e reinvestir os valores;

Proteção (Ouro, Euro, Dólar): Esses ativos cuidam da sua proteção patrimonial, uma vez que geralmente performam melhor em épocas de crise.

Renda Fixa (Tesouro Direto, CDB, Debêntures): Esses títulos são alocados para fornecer segurança e caixa para oportunidades na bolsa de valores.

Segundo Álvaro Frasson, Economista do BTG Pactual digital, é preciso entender que a diversificação reduz os riscos não-sistêmicas e, portanto, a volatilidade da sua carteira de investimentos até um certo limite. No estudo de Markowitz, carteiras de investimento com mais de 20 ativos (distribuídos em diferentes classes de ativos, como os citados acima) não reduzem tanto mais os efeitos em relação a uma carteira com 15 ativos, por exemplo.

No entanto, a alocação em fundos de investimentos pode ser uma boa opção em sua primeira experiência para montar uma carteira, já que você deixa a cargo de um profissional especializado a melhor diversificação daquele portfólio para aquela classe de ativos, pois os fundos podem ser de (i) ações, (ii) multimercados, (iii) renda fixa, (iv) câmbio e assim por diante.

Logo, no primeiro momento você não precisa decidir quais são os ativos específicos a ser aplicados, mas sim entender que existem produtos de investimentos que já fazem esta diversificação para você.

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