No ambiente tecnológico, o mês de fevereiro desse ano foi marcado por uma falha gigantesca, que afetou a internet do mundo todo: a queda do serviço de nuvem da Amazon, também conhecida como Amazon Web Services (AWS). Segundo o Gartner, essa divisão da empresa controla 31% do mercado de infraestrutura em nuvem global.

Com um problema em um servidor localizado na costa leste dos Estados Unidos, diversos sites e aplicativos que contam com a plataforma AWS ficaram fora do ar ou com lentidão, afetando diretamente a rede de vários países. Apesar de raros, problemas na nuvem podem acontecer. Mas será que sua empresa está preparada para lidar com isso? Neste artigo listamos como é possível se proteger contra falhas na cloud. Confira.

O que pode gerar falha e com que frequência?

Apesar de muito segura, a nuvem pode sim apresentar falhas de suporte, infraestrutura ou processos, afinal, nada é 100% estável. Podem ocorrer problemas no sistema, no hardware, falha de energia-elétrica, queda da rede, contaminação por vírus, entre outros. Porém, não por muito tempo. Como dispõe de backup, dentre outros benefícios, corrigir uma falha da nuvem geralmente ocorre de modo rápido e fácil.

Como se proteger contra os problemas na cloud?

Para proteger seu negócio contra falhas na nuvem, é fundamental contar com um sistema de redundância – que é quando o servidor possui um segundo dispositivo de mesma função, disponível para entrar em ação em situações de falha. Complementar à redundância está o plano de contingência, que consiste em um conjunto de medidas de segurança preventiva, variando de acordo com as ameaças as quais sua nuvem pode estar exposta. Essas medidas devem ser adotadas caso ocorra a falha, definindo o que fazer para manter o servidor ativo. Para estruturar esse plano, alguns fatores devem ser levados em conta, como:

  • Análise de risco – Item que prevê quais falhas podem ocorrer e a quais riscos a nuvem pode estar exposta;
  • Administração da crise – Parte em que define como as equipes envolvidas na correção da falha devem se portar e o que fazer para corrigir o problema;
  • Continuidade de operações – Define os procedimentos para reduzir o impacto e a disponibilidade da falha;
  • Recuperação – Indica como recuperar e restaurar as funcionalidades afetadas.

Vale lembrar que o plano de contingência deve ser desenvolvido por uma equipe apta, envolvendo todas as áreas de negócios de sua empresa, ser avaliado periodicamente e estar disponível em lugar seguro, com acesso apenas para pessoas autorizadas.

Custo

Como pode ter um custo elevado, nem todas as empresas estão dispostas a pagar por contingência, optando por deixar seus serviços indisponíveis em horários determinados. Exemplo disso são alguns bancos, que preferem deixar operações fora do ar durante a madrugada – por isso é importante orçar um plano de contingência que esteja dentro dos seus padrões financeiros, para não correr riscos. Aqui na Penso Tecnologia, oferecemos opções que cabem no seu bolso.

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*Thiago Meyrelles é responsável pelo departamento de marketing da Penso Tecnologia.

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