O ministro Barroso decidiu que Romeu Queiroz e Rogério Tolentino, presos por condenação na AP 470, podem trabalhar mas devem apresentar novas propostas de emprego.

Isso porque Romeu Queiroz queria trabalhar na própria empresa de consultoria e empregar Tolentino. O ministro atendeu argumento da PGR de que o trabalho não seria adequado.

Das oito propostas de emprego de condenados do processo do mensalão que Barbosa havia rejeitado, somente uma está pendente: a do ex-deputado Bispo Rodrigues, que está sendo avaliada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

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