Apesar das dificuldades habituais, particulares da classe, alguns oficiais de Justiça andam tendo mais trabalho do que o de costume para citar certos réus.

Em processo que tramita na comarca de Brasília de Minas/MG, um advogado mineiro recomendou "prudência, bom zelo e cuidado" ao profissional que tiver de citar o dono de um livro de São Cipriano que consegue se transformar em toco, "ou mesmo se esconder de trás de um cabo de enxada".

As informações, fornecidas pela mãe do autor, ainda dão conta de que os familiares do réu são donos de "cachorros gigantescos que comem bezerro" e que se tornam porcos.

Pinga do saravá

Em outro caso recentemente divulgado por Migalhas, uma oficial de Justiça de Aquidauana/MS conta que deixou de citar o réu, pois foi informada pela ex-companheira que ele "tomou pinga do saravá em uma encruzilhada, ficou louco e sumiu". A oficial ainda ressaltou: "O referido é verdade e dou fé."

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