Por meio de nota pública, a defesa de João Vaccari Neto afirmou nesta quinta-feira, 16, que a prisão preventiva do tesoureiro afastado do PT se trata de "uma profunda injustiça". Segundo o advogado Luiz Flávio Borges D’Urso (D'Urso e Borges Advogados Associados), "toda a base de fundamentação para se decretar a referida prisão preventiva não encontra respaldo em nenhuma prova".

Vaccari foi preso na última quarta-feira, 15, pela PF durante a 12ª fase da Operação Lava Jato. Ele é acusado de ser encarregado de recolher propina cobrada pela diretoria de Serviços da Petrobras.

Segundo o advogado, o decreto de prisão expedido pelo juiz federal Sérgio Moro teve como justificativa "apenas conjecturas e prognósticos" e se baseou "em palavras de delatores". Tais questões, alegou, serão enfrentadas por meio de HC a ser impetrado nas instâncias superiores.

D’Urso sustentou ainda que não há indícios de autoria ou de materialidade quanto ao tesoureiro. "O Sr. Vaccari repudia as referências feitas por criminosos delatores a seu respeito, pois as mesmas não correspondem à verdade."

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