O procurador Ailton Benedito de Souza, que enviou ofício ao Facebook cobrando explicações sobre a remoção páginas ligadas ao MBL por violação das políticas de autenticidade, é autor de publicações polêmicas nas redes sociais.

O Facebook diz que descobriu uma conexão com páginas e perfis ligados ao MBL, grupo político de direita que se notabilizou durante o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. O Movimento publicou em sua página oficial na rede social: “Não é de hoje que o facebook persegue a direita, mas não irão nos calar. #CensuraNão!”. O procurador afirmou no ofício enviado ao Facebook que “os dados requisitados são imprescindíveis à atuação do Ministério Público Federal, inclusive eventual propositura de ação civil pública”.

Em sua página na rede, Ailton Benedito de Souza fala em “censura” aos usuários da internet imposta pelo Facebook. Também divulga reportagem que atestaria que o impeachment da ex-presidente Dilma não foi golpe.

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Em outras publicações, o membro do parquet posiciona-se em relação a temas polêmicos, como a criminalização do aborto, o HC coletivo que garantiu liberdade às presas provisórias grávidas e cotas para egressos do sistema prisional em contratos públicos:

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