O candidato que se prepara para concursos públicos, principalmente os jurídicos, precisa se atentar mais ao que semanalmente é decidido pelos Tribunais Superiores do Brasil. A nota é válida também aos futuros advogados que, a cada quadrimestre, são avaliados pela Fundação Getúlio Vargas.

Além da necessidade imediatamente considerada, a da plenitude de conhecimento dos temas que são caros aos operadores do Direito, sob o prisma estratégico, estamos diante de um manancial de oportunidades que podem representar a aprovação ou não de um candidato.

As oportunidades avaliadas em números nos traz dados relevantes que comprovam a sugestão de estudo com base nos informativos jurisprudenciais. Por exemplo, na prova de Delegado de Polícia Civil do Distrito Federal de 2015, dos 500 itens avaliados, 33 diziam respeito à posição do STF sobre determinada matéria, ou seja, 6% da prova teria sido construída com base no conhecimento absorvido nas publicações semanais do Tribunal.

Como fonte do Direito, não pode deixar de ser analisada e conhecida pelos estudantes, falha que ainda percebemos nas graduações, quando tratam do tema como fonte complementar à doutrina. Lembramos aos incautos estudantes que quando uma banca examinadora analisa um tema à luz do que decidiu um Tribunal Superior, ela não quer saber da posição desta ou daquela doutrina.

No mesmo exemplo citado, se associarmos às buscas o termo STJ, podemos afirmar que 10% da prova foram destinados a inquirir dos candidatos sua afinidade com como é interpretado o Direito nas instâncias superiores. E mais uma vez, analiticamente, se considerarmos a "jurisprudência" como uma matéria1, certamente ela seria uma das de maior peso, se não a maior.

Incentivar o estudo da jurisprudência passa ainda pelo fomento ao conhecimento jurídico vertical, além de ser estímulo ao domínio de nossa língua pátria, ponto que temos visto renegado às sarjetas do conhecimento.

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1 Planos de estudos são estruturados no tempo de dedicação a cada uma das matérias que são exigidas cobradas nos editais.

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*Leonardo Pereira é advogado graduado pela PUC de Minas Gerais. Atualmente é Diretor Acadêmico do IOB Concursos.

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