Desde que o Judiciário começou a realizar sessões por meio virtual com mais frequência, em razão da pandemia, cenas inusitadas começaram a aparecer durante os julgamentos. É o caso de uma sessão por videoconferência do TJ/MT, na qual, por um “descuido”, o procurador Paulo Padro esqueceu o microfone ligado e acabou soltando um pum.

O acontecimento desconcertante ocorreu enquanto o advogado Bruno Boaventura estava com a palavra. Assista ao vídeo:

Após o episódio, o procurador se desculpou pela “deselegância”. Segundo ele, “teve dois momentos que eu me descuidei com o microfone. Se, por acaso, eu fui deselegante ou causei mal estar, queiram me perdoar, por favor”.

Cenas inusitadas

Na semana passada, o ministro Gilmar Mendes, do STF, pediu desculpas por soltar interjeição ao fim de uma live. Após se despedir dos interlocutores, S. Exa. soltou uma “porra” enquanto se retirava, sem saber que a gravação continuava.

 

Na mesma semana, uma presença ilustre marcou a sessão plenária do STF: a netinha de Marco Aurélio apareceu na sala onde o avô trabalha.

Enquanto S. Exa. proferia seu voto, a menininha simpática procurava chocolate nas gavetas do avô. Ao fundo, é possível ouvi-la dizer: “Vovôôô!”

Em abril deste ano, também por um descuido com os equipamentos eletrônicos, o desembargador Carmo Antônio, do TJ/AP, chamou a atenção: apareceu em uma sessão em vídeo usando nada mais do que coisa alguma: descamisado.

A situação não passou de uma confusão por parte do magistrado. Segundo informações, a imagem foi capturada antes do início oficial da sessão, e durou apenas alguns segundos. Tendo percebido que já estava sendo filmado, o desembargador retirou-se do local e retornou devidamente trajado com o costumeiro paletó e gravata.

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